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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lady Terminator a.k.a. Pembalasan Ratu Pantai Selatan

A Rainha dos Mares do Sul (uma lenda Indonésia) amaldiçoa um homem em sua terceira geração. Nos dias de hoje, uma antropóloga tenta desvendar o mistério do castelo desta mesma rainha, que está no fundo dos mares do sul da Indonésia. Ela mergulha e o espírito da rainha a possui. Então, a antropóloga possuída sai em busca da bisneta do homem amaldiçoado, espalhando morte a todos que se interpõe entre ela e seu objetivo.


Rip-Off indonésio de "O Exterminador do Futuro", lançado em 1989. O filme é ruim pra caralho, mas ao mesmo tempo uma das coisas mais divertidas que eu já assisti vinda da Indonésia. O filme é tão trash, tão descarado em sua cópia ao "Terminator" original, que é isso que o faz tão cult. Então, pra quem estiver lendo estas linhas, seguem a seguir alguns motivos para se assistir ao filme e dar boas risadas:


1º O filme já começa em grande ritmo. Somos apresentados a "Rainha dos Mares do Sul", uma ninfomaníaca que mata (castrando o pau com uma dentada de uma enguia, como vamos saber mais tarde, após uma autópsia em um dos cadáveres deixados por ela) os amantes que não conseguem satisfazê-la sexualmente. Então, na primeira cena temos ela galopando em uma carinha, que faz uma cara de panaca enquanto goza, somente para depois ser morto da maneira descrita. é neste ponto que adentra a caverna da Rainha o gostosão e já vai logo levando ela para cama. Depois de satisfazê-la com um boquete, o gostosão agarra uma enguia que sai do meio das pernas da Rainha. Essa enguia se transforma em uma adaga (que é a única coisa que consegue matar a rainha) e o gostosão consegue sair da cama ileso; não antes da rainha amaldiçoar sua terceira geração (com a rainha já sabendo que ela será uma garota, pois diz "bisneta" na hora que amaldiçoa o gostosão) e dizer que vai matar ela. Nisso a rainha sai de seus aposentos e "solicita" que os mares afundem seu castelo.








2º Então, chegamos aos dias atuais e conhecemos a bisneta do gostosão, assim como sua algoz, a antropóloga gostosa que vai ser possuída. A bisneta não fede nem cheira, porém antropóloga é o que há no filme. Além de ser gostosa, é dela que saem pérolas que fazem de "Lady Terminator" o cult que é. Em uma delas, ela entra em uma biblioteca e, depois de ser questionada sobre sua profissão, enquanto procura um livro sobre a Rainha dos mares do Sul, responde ao bibliotecário com uma voz "pidona": "- Sou antropóloga!". Só assistindo para se ter uma visão melhor da bizarrice que se torna no contexto do filme. Então, a antropóloga aluga um barco e vai atrás do castelo afundado da Rainha dos Mares do Sul. Ela mergulha e, ao mesmo tempo em que é jogada na cama da rainha e tem sua vagina penetrada pela enguia que guarda o espírito da rainha, uma onda gigante engole o barco que a levou, numa das cenas mais ridículas do filme de tão mal feita.




3º Depois de ser possuída, a antropóloga (agora Rainha dos Mares do Sul) sai completamente nua do mar e encontra dois rapazes bebendo na beira da praia. Os dois contam vantagem um para o outro de como são comedores e tal até que vislumbram a rainha em sua frente, nua, mas não totalmente. Agora inexplicavelmente a rainha está trajando uma calcinha branca, que deve ter conjurado dos quintos dos infernos, pois ela não estava vestindo nada quando sai do mar. Mas continuando e deixando estes erros de continuidade de lado, a rainha então, com sua voracidade sexual, castra mais dois homens e sai a procura da bisneta (a cantora pop) do gostosão que a comera e roubara sua enguia. A princípio, ela consegue descobrir onde a bisneta está através de um colar, passado de geração a geração. Porém, em uma cena no shopping, uma das amigas da bisneta compra um medalhão igual ao da cantora e isso faz com que a Rainha-ciborgue a siga. Bom, se a porra da Rainha é um ser sobrenatural, como ela se deixa enganar por um colar falso?? Nem é bom tentar responder.
Outra cena ridícula nesta mesma parte onde ela sai d'água é como vemos o primeiro cara com quem ela transa e castra, morto e cheio de sangue. Após a Rainha trepar e castrar o outro amigo, ela passa pela frente da porta de trás do carro onde eles estavam. Do nada, a porta que estava fechada se abre para mostrar o corpo desfalecido do pobre coitado. Bom, quem conhece carros sabe que é quase que impossível aquilo acontecer com uma porta fechada. Mas é um filme B, rip-off de "The Terminator", então deixemos estes detalhes de lado e continuemos nossa história...


4º Após estas bizarrices, a Rainha invade um hotel onde medita pelada. Lá ela vê um clipe da bisneta e vai até ao shopping atrás dela, conforme citado acima. Porém antes, ela rouba um metralhadora!! (sim, uma metralhadora) de um dos seguranças do hotel. Só que no começo, dentro do shopping, esta metralhadora dispara apenas um tiro, com um barulho que parece de uma escopeta, e faz o estrago mostrado na foto acima. Depois disso, dois policiais designados para o caso das mortes na praia, encontram a bisneta cantora e tentam fugir com ela da Rainha-ciborgue. É aí que o filme começa a ficar divertido. A metralhadora vira metralhadora e começa a dispara adoidadamente dentro de uma festa. Aliás, outro detalhe do filme é que as armas são o que há mais fácil de se achar. Sempre se tem a mão uma M-16, ou uma .12. Aliás, neste filme aprendemos outra coisa: sempre que se quiser fazer uma ligação direta em um carro, é necessário somente atirar com uma M-16 na porta e depois, entrar e sair dirigindo o mesmo. Aliás, outra coisa interessante no filme é que, mesmo depois de um carro ser totalmente destruído, ela aparece em cenas seguintes, inteirasso (porém dando problema ao condutor). Enfim...

5º Chegamos ao ponto alto do filme: o tiroteio na delegacia. Esta cena é simplesmente fantática. A Rainha-ciborgue invade uma delegacia com homens armados até os dentes e sai de dentro, depois de matar todos, mas todos os presentes dentro do distrito, sem um simples buraco de tiro em seu corpo. e olha que ela é fuzilada por M-16s a toda a hora. Mas o mais interessante é que neste ponto aparece o que parece ser o vô dela e pega o colar que faz com que a Rainha-ciborgue siga a bisneta em qualquer canto (pelo menos é o que se entende pela cena do shopping center) e, com um passe de mágica, atira no olho da Rainha o tal colar. Ela mesmo assim se levanta e fuzila a "virilha" do velho azarado, dando assim tenpo para a bisneta e o policial bonzinho fugirem da delagacia. e é nesta parte que vem outra bizarrice do filme: a Rainha-ciborgue não para por nada e sempre, mas ssempre, não importando como, segue a bisneta amaldiçoada. então, apra que tenhamos uma cena dispensável de romance, ela simplesmente para de perseguir o casal para ir, novamente, até um hotel meditar??! No hotel acontecem mais duas cenas memoráveis: um rip-off da memorável cena onde o andróide interpretado por Arnold Schwarzenegger faz uma "cirurgia" nele e a trepada com o garoto do room-service, mostrada em algumas cenas abaixo...





6º Então, partimos para o final do filme, onde a rainha-ciborgue começa a dispara raios vermelhos pelos olhos e acabar com os policiais restantes da chachina da delegacia. Entre estes policiais, temos um destaque: Cobra, o Rambo indonésio. O cobra é tão fudido, que ele sobe em um "panser" e consegue acabar com a Rainha-ciborgue, que está dentro de um carro praticamente indestrutível, que toma saraivadas de tiros e disparos de torpedos de um helicóptero, mas não para de andar um segundo. O carro só é parado quando um dos policiais, com um lança foguetes, destrói o carro por completo e "quase" acaba com a Rainha-ciborgue. Mas ela continua viva e acaba com toda a força policial, como já falado antes, com seus raios vermelhos. Porém, em uma cena bizarra, onde o policial bonzinho se vê mal, sem cartuchos para sua M-16, e a sua frente a Rainha-ciborgue está prestes a disparar seus raios e acabar com ele. Ela dispara, porém na outra cena vemos o policial inteiro e nem sombra do que aconteceu com os raios disparados pela Rainha. Coisas de cinema indonésio. O filme acaba com a bisneta matando a Rainha com o punhal da enguia (aquele do começo do filme) e ela e nosso herói vivendo felizes para sempre...



Com isso, encerro estas breves linhas sobre este filme que deve ser visto por todos, sem exceção. É uma aula de como não se deve fazer cinema, mas que diverte do início ao filme. Bom proveito.


domingo, 30 de outubro de 2011

Mystics in Bali


Uma escritora americana, Catherine Kean (Ilona Agathe Bastian), depois de voltar da África onde estudou Voodoo (???????????? Pra quem não sabe, o voodoo se origina do Haiti, no Caribe), ela chega a Bali para estudar a Magia Negra mais poderosa do mundo, que é de conhecimento de Leák, uma bruxa do folclore de Bali. Ela solicita a ajuda de Mahendra (Yos Santo), um nativo que tem conhecimento onde ela conseguirá encontrar uma Leák e solicitar sua ajuda para desvendar os segredos das artes negras. Os dois, a noite na floresta, procuram e encontram uma Leák, que demanda algumas oferendas para ensinar seus conhecimentos a Catherine. Porém, Catherine não sabe que a bruxa irá utilizar de sua ingenuidade para conseguir sangue de fetos para conseguir a vida eterna.


Filme Indonésio de 1981, que é cult devido a ter sido banido da Indonésia e ter sua fama através de cópias piratas em VHS e diversos reviews na web, é conhecido também com "o filme da cabeça voadora". Mas vamos a algumas cenas do filme pelas quais vc deve (ou não) assistir a esta pérola do "tão ruim que é bom":

1º No começo e no final do filme vemos uma máscara que é parecida com uma que aparece no desenho do famoso personagem Woody Woodpecker. O desenho em questão é um em que o Pica-Pau e seu rival, Zeca Urubu, são marinheiros e estão de folga em Bali. Porém, uma sacerdotisa, tem que usar os dois como sacrifício para um Deus-vulcão, para que ele poupe o povo da ilha de sua fúria. Pois então, a máscara que é a face do Deus-vulcão é muito parecida com a máscara usada no filme, cuja foto publico abaixo.

2º O filme tem diversas, mas diversas falhas de continuidade. Vou citar três: a primeira é no primeiro encontro de Cathy e Mahendra com a Leák. No final do encontro, a Leák vai se despedir de Catherine da forma americana, ou seja, apertando as mãos. As unhas da Leák são gigantescas. Depois de apartar a mão de Cathy, o antebraço da Leák se destaca do corpo e Cathy fica segurando depois do aperto, e logo solta o braço no chão. Quando mostra o braço, voltando a vida e indo em direção a Leák, as unhas estão muito, mas muito menores do que apareciam na cena em que o braço estava grudado ao corpo da bruxa. A segunda acontece antes da primeira. O casal está tentando achar a Leák, quando é surpreendido por uma tempestade. Depois da tempestade, todos molhados, eles encontram a Leák. No próximo corte de cena, já mostra os dois sequinhos, como se a tempestade não tivesse existido. A terceira, é uma cena depois que Cathy é marcada pela Leák na coxa. Mahendra aluga uma casa para Cathy e vai visitá-la. Quando chega, ele está usando uma camisa do "Bob Marley". Os dois conversam na varanda e Cathy solicita que ele entre em casa, para que possa ler o que a Leák desenhou na sua coxa. Porém, dentro da casa, Mahendra está usando uma camisa que tem como estampa uma mão.

3º Na primeira noite em que Cathy recebe os ensinamentos da bruxa, acontecem coisas meio sem noção. Primeiramente, o que Leák ensina a Cathy é a rir daquela forma que os filmes de baixo orçamento mostram a risada de uma bruxa. Depois, Cathy começa a imitar os movimentos da Leák. Porém, o que mais chama a atenção é a "lição da risada". Eu, sinceramente, nunca tinha visto algo tão ridículo. Somente vendo a cena vcs terão noção da ridicularidade.


4º Agora vamos ao por quê do filme ser conhecido como "o filme da cabeça voadora". O motivo da Leák ensinar Cathy, como já tinha falado, era para que ela servisse como uma escrava para a bruxa, e trouxesse sangue de fetos para que ela pudesse atingir a vida eterna. A forma como ela utiliza Cathy é o que dá o "apelido" ao filme. A cabeça de Cathy se separa do corpo, juntamente com seu trato digestivo e respiratório, Cathy cria presas e voa até mulheres grávidas. Chegando ao local, ela faz um boquete na grávida para sugar o sangue do feto e levar ele para a bruxa. A cena e os efeitos são algo que só vendo para crer. Além disso, as caretas que Cathy faz quando tenta retirar uns pedaços de pau que um "shamã", que luta contra a bruxa no final,  coloca no pescoço do corpo para que a cabeça não consiga voltar para ele, é algo de tamanha ridicularidade que só assistindo.




5º Uma das características de um Leák é a capacidade de transformar-se em qualquer coisa que deseje: uma planta, um animal ou ainda outra pessoa. Sabendo disso, começaremos a detalhar o clímax do filme. A batalha final acontece no local onde o shamã, que é tio de Mahendra, enterra o corpo sem cabeça de Cathy. A bruxa e sua subalterna (só a cabeça, a buchada e os pulmões) aparecem e começam a enfrentar o shamã, numa sucessão de efeitos especiais dignos de filmes caseiros da década de 30. O shamã então, é vencido quando a bruxa utiliza uma técnica em que raios amarelos saem de seus dedos. Nisso, do nada, uma garota aparece com um pedaço de madeira e tenta acertar a bruxa, mas é repelida pela mesma e morre. Neste momento sabemos que ela era apaixonada por Mahendra e se sacrificou para salvá-lo. Mas esta personagem nunca, em nenhum momento do filme aparece como sendo uma pretendendo de Mahendra. Vemos ela apenas observando o casal de protagonistas, Mahendra e Cathy, mas nada mais além disso. Prosseguindo, o shamã ressurge mais forte, agora com uma roupa branca e uma espada e consegue vencer o primeiro round contra a bruxa. A Leák e Cathy (agora com o corpo restaurado) fogem mas são perseguidas pelo Shamã. O shamã tenta prender a bruxa em um círculo de fogo, porém ela consegue escapar e transforma-se em panos para tentar prender o shamã. O mesmo se desvincilha dos panos com sua espada. Os pedaços de pano se transformam em pedaços de um corpo, meio mulher-meio porco, com umas tetas caídas, que começa a lutar com o shamã. O mesmo consegue atravessar o peito da besta com sua espada, e Cathy cai desacordada (ou morta, nunca ficamos sabendo pelo filme) e o filme acaba.





Sinceramente, a fama precede ao que assisti. O filme é muito ruim, mas é engraçado demais. Se puderem assistir, façam. De preferência, com litros de cerveja e uma turma para que os comentários durante a projeção sejam mais divertidos.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

The Queen of Black Magic



Num casamento na Indonésia, de uma hora para a outra, a noiva começa a ter ilusões: seu noivo é um esqueleto, sua cama está cercada de cobras. Preocupado, o noivo chama um "xamã" indonésio que, antes de morrer, diz que os espíritos malignos estão vindo do oeste. então, o noivo lembra-se de um antigo caso dele, Murni (a garota do título do filme, interpretada por Suzanna), e a acusa de magia negra. Toda a cidade, munida de tochas, vão até a casa de Murni e, além de atear fogo na casa com sua mãe dentro, carregam Murni até um penhasco e jogam ela lá de cima. Resgatada por um feiticeiro que a "introduz" nas artes negras, Murni então vai a vingança de seu antigo namorado e dos que a tentaram matar.




A foto acima mostra um pouco da infantilidade dos efeitos do filme, de 1983, produzido pela tríplice Indonésia, Philipinas e Japão. Mas o filme não é ruim não. Tem uma história bem contada e coesa, algumas reviravoltas e, é claro, o charme de todo o filme B, diversas cenas engraçadas que irei listar abaixo.


1ª Já na entrada do filme, nos deparamos com uma espécie de Carnaval, que deve ser o casamento na Indonésia. Pois então, a maioria dos integrantes veste camisas que parecem o uniforme do Flamengo, além das máscaras dos deuses (ou demônios, eu nunca consigo distinguir um do outro). Tudo corre bem até a culminante entrada do noivo para ver a noiva que, aos olhos dela, mostra o noivo como um esqueleto, e seus "padrinhos", como dois zumbis deformados (foto acima).

2ª A suposta morte de Murni. Então, os cidadãos do vilarejo a atiram de cima de um penhasco para a morte certa. Ela quica no morro, bate em árvores e cae, certinho, nos braços do feiticeiro que irá lhe ensinar as artes negras. Devia estar morta, cheia de ossos quebrados, mas Murni apresenta apenas escoriações que já estavam em seu corpo antes de cair. Vai ter sorte assim lá na casa do caralho. Continuando, o feiticeiro lhe ensina as artes negras, a transformando na "Queen of Black Magic". Porém, os ensinamentos mais parecem os do Karate Kid: Murni da cambalhotas com um fundo de lua cheia, faz gestos com as mãos que lembram os velhos filmes chineses de artes marciais entre outras peripécias. Mas o que vale a pena é a cena onde sai fumaça da cabeça da dita cuja. Esta cena só perde para a parte da cabeça voadora em termos de ridicularidade. Murni mais parece um vulcão em erupção do que alguém tentando aprender magia negra...






3ª As mortes provocadas pela Murni são interessantes: em um, ela invoca um enxame de abelhas, outro, começa afundar em uma plantação de arroz e, quando dois de seus amigos tentam salvá-lo, veem que ele está cheio de minhocas pelo corpo. Outro, Murni, com um boneco de "Voo doo", esmaga o corpo do boneco, que se reflete em bolhas aparecendo no corpo de um dos que a jogaram do penhasco. Estas bolhas começam a explodir e o cara cai duro no chão; outro, é laçado pela echarpe de Murni e enforcado, mas nenhuma se compara a morte do noivo de Murni, que irei relatar em separado.






4ª Chegamos a morte do noivo. Ele e um grupo de pessoas do vilarejo, novamente, vão atrás de Murni munidos de tochas. Chegando ao encontro de Murni, todas as pessoas do vilarejo são repelidas por um vento que a garota produz girando sua echarpe no alto da cabeça. Só fica então seu antigo namorado, agora casado com a filha do "cabeça" do vilarejo. Murni faz com que apareça um ovo e o atira na direção de seu antigo namorado. O ovo gira em torno dele até que o atinge no rosto. Não sei o que tinha dentro do ovo, mas a substância causa tanta dor no pobre coitado, que sua pele começa a sangrar. Sofrendo, ele consegue voltar até o vilarejo, onde estão seu sogro e esposa. Não conseguindo mais suportar a dor, o noivo e ex-namorado de Murni, arranca a cabeça fora. então, o feiticeiro que "introduziu" Murni nas artes negras diz uns coisas sem sentido e a cabeça volta a vida, talvez, na cena mais ridícula do filme inteiro. Ela voa em direção ao sogro e arranca um pedaço de seu braço. iria continuar sua empreitada maluca, até que chega um estranho, que veio da cidade grande e revela somente no final do filme sua real identidade, e acalma a cabeça, juntando ela ao corpo.



O filme chega ao final, com uma luta de artes mágicas entre todos os personagens do filme. Murni chega a morder o dedão do pé para que o seu feitiço dê certo. Enfim, mais um filme divertido vindo do oriente que, com certeza, será mais apreciado se visto por uma turma, para fazer comentários engraçados sobre as cenas e ficar achando mais defeitos durante a projeção. Bom filme aos que assistirem.